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Parceria Cresol e Coopeavi

No Espírito Santo, Cresol e Coopeavi assinam parceria em prol ao cooperado

Por Redação SafraES
1/10/2019 18h14

(*Divulgação Cresol)

Na última semana as cooperativas do Espírito Santo, Cresol e Coopeavi reuniram-se para formalizar a parceria denominada Triângulo do Bem, um convênio que traz inúmeros benefícios ao cooperado, com soluções financeiras, produtivas e tecnológicas.

A Coopeavi é uma cooperativa do segmento agronegócio, com atuação no Espírito Santo, Minas Gerias e Bahia. Fundada em 1964, atualmente conta com quase 15 mil cooperados, em sua maioria pequenos e médios produtores. Em 2015, incorporou a Pronova, Cooperativa com cafeicultores especialistas em qualidade de café, e inaugurou o primeiro Condomínio Avícola para produção de Ovos do Brasil. Já em fevereiro de 2019, incorporou a Veneza, passando a atuar também no ramo de laticínios.

Para a Cresol uma instituição financeira cooperativa que há mais de duas décadas atua com a missão de desenvolver cada vez mais seu cooperado, a parceria com a Coopeavi no Espírito Santo é motivo de orgulho e muita gratidão. Na oportunidade da assinatura estiveram reunidos os representantes da Cresol, Idis Gonçalo da Silva, Presidente Estratégico, João Paulo dos Santos Barreto, Gerente Comercial, Arthur Vargas de Oliveira, Assessor de Negócios, Tielly Bello Lupeke Müler, Gerente de Agência e da Coopeavi, Denilson Potratz, Diretor Presidente, Ederson Jacob, Diretor Administrativo e Comercial, Argêo João Uliana, Diretor Vice Presidente, Giliarde Cardoso, Gerente da Unidade de Café e Alvano Lahasse, Gerente Financeiro.

Para o Presidente da Coopeavi Denilson, “Nós enquanto cooperativa estamos sempre buscando soluções para nosso cooperado, a nossa fonte é o fortalecimento do campo, e a Cresol é uma parceira fundamental para fortalecer esse projeto com novas tecnologias e produtos, com os recursos repassados. Objetivo é que o produtor e a cooperativa ganhem mutuamente neste processo”, explica.

Outro fator determinante para a parceria foi a variações climáticas no estado do Espírito Santo, onde os cafeicultores em sua maioria vinham sofrendo perdas nas lavouras. Segundo o Diretor Administrativo e Financeiro Ederson, “no mercado nesses últimos anos o produtor vem sofrendo com várias questões. E o produtor está carente de recursos para sua produção, e a cooperativa precisa de parceiros para que os recursos cheguem ao produtor para que cada um faça o seu papel, desde o repasse, a plantação e produção até a colheita e entrega do produto final, cada um fazendo sua parte e ganhando com a parceria”, finaliza.

O Triângulo do Bem é uma parceria de três lados como o nome já diz: Cresol, Coopeavi e Cooperados, e o representante da Cresol no Espírito Santo, Idis, destaca sua alegria na formalização do convênio, “o primeiro sentimento que tenho vendo essa parceria acontecer é de esperança que surge a partir disso, com o desejo que ela seja duradoura, onde o cenário do café exige um agravamento de custo de produção e essa é uma ferramenta que ajuda no custo da produção dando ainda mais viabilidade aos cafeicultores. O outro sentimento é de gratidão com o sentido de olhar para as grandes cooperativas do ES como a Coopeavi e a Cresol com a união de objetivos de levar soluções para os cooperados, com soluções financeiras, produtivas e tecnológicas para atender as necessidades dos sócios”, comenta Idis.

O convênio é a Intercooperação, princípio do cooperativismo, exercido na prática, onde o projeto tem o objetivo de desenvolver o produtor rural e os cafeicultores que vão com a parceria agregar valor ao produto, e na gestão do custo da produção, gerando desenvolvimento, renda e crescimento.

Triângulo do Bem
O convênio destaca o pioneirismo da Cresol em fazer parcerias com esse objetivo, onde o projeto já conta com 28 produtores rurais para iniciarem a parceria. Esse modelo de construção de negócio é o primeiro no Estado do Espírito Santo, uma estrutura de negócio que visa proteger o produtor da oscilação da alta volatilidade dos preços de café e ao mesmo tempo desenvolver o campo com acompanhamento técnico realizado pela Coopeavi utilizando um sistema criado pela Cresol para elaboração dos projetos.

“A economia do Espírito Santo vai viver um novo momento, onde os insumos, máquinas, entre outros serão feitos pela quitação por meio da entrega da produção, neste caso as sacas de café. Simples e ágil. A produção do produtor é a moeda de troca dele. E o foco dele deve ser nessa produção, modelo de Barter”, destaca o Gerente da Unidade Café Giliarde da Coopeavi.

O triângulo do bem terá a Cresol como agente financeiro, financiando a necessidade do produtor, a Coopeavi, parceiro que vai pegar a produção e fazer a conversão do café em dinheiro, e o produtor não vai precisar se preocupar com o valor do café, onde as sacas já serão negociadas no fechamento do negócio, não precisando se preocupar com a variação do valor do produto.


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