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Colheita de café na região da Baixa Mogiana está encerrando e muitos pedem socorro

Produtores fazem cálculo com equilíbrio do custo de produção e colheita da safra 2019, para realizar os investimentos para safra 2020

Por Redação SafraES
25/07/2019 16h51

Alguns produtores já relatam via mensagem nas redes sociais que a safra foi menor que a projetada pelas equipes técnicas e instituições governamentais, que previam uma super safra. Já as representações temiam que a safra seria maior diante das frustrações de safras anteriores. Além de fornecerem dados aproximados da safra em 2018, foi relatado que o consumo dos cafés tem aumentado frenquentemente.

Com uma previsão de geada no mês de julho, os preços reagiram diante de especulação de uma geada muito forte, que poderia dizimar regiões montanhosas, cerrado, baixadas.

Porém, os relatos dos produtores após o ocorrido, com as publicações de fotos de gelo nas plantas como café, viralizaram com uma velocidade nunca vista anteriormente.

Após as geadas, os representantes das instituições e empresas ligadas ao setor se reuniram em um debate em Campinas. Palestras e propostas para dar rumos à cafeicultura mundial foram apresentados. Muitos produtores na atividade da safra comentavam da geada e no fórum sobre o futuro do aquecimento global.

Já os cafeicultores estavam mais preocupados com a colheita, com os preços baixando na valorização de documentos físicos, do que com o norteamento das lideranças que apresentavam propostas de criação de plataforma global do café.

Logo após os técnicos terem vistoriado o campo, a pedido de cooperativas e produtores, e a divulgação nas mídias escrita e televisiva, houve frustrações por parte dos produtores que foram atingidos pela geada, gerando desconforto por colegas que acompanham o dia a dia da classe.

Muitos produtores querem chamar atenção das autoridades competentes e representativas para divulgar o aumento de custo de produção e as perdas sequentes desde 2015 após a seca de 2014, com sequência de geada em 2016, perdas por qualidade e broca em 2017 e baixos preços em 2018. Já esta safra 2019/20, que poderia ser uma safra animadora, ficou marcada pelos custos com aumento nos preços dos insumos e defensivos agrícolas, combustível.

Produtores dizem que, além de os preços baixarem, muitos estão endividados nas agências financeira, cooperativas e mercearias.

Alguns produtores de café pedem medidas eficazes para governo federal. Outros dizem que está na hora de mobilizar com lema de socorro "S.O.S NO CAFÉ".

Nós do CCAMOG pedimos às autoridades competentes, representantes de classes para manifestarem apoio aos cafeicultores mineiros, brasileiros, que passam por situações de risco e até mesmo estão deixando de cumprir as atividades nas regiões montanhosas, como correção de solo, adubações, reformas de lavouras, aplicações de defensivos, para honrar compromissos.

Copie e compartilhe essa mensagem com seus amigos cafeicultores pela defesa da classe trabalhadora, que emprega e gera renda a milhares de pessoas direta e indiretamente.

Fernando Barbosa- CCAMOG

Reprodução


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